“Voto impresso não é a redenção. Temos outras pautas para o país”, diz Milton Andrade


Na manhã desta segunda-feira, dia 16, o empresário e ex-candidato a Governador de Sergipe em 2018, Milton Andrade, participou do Programa “Linha Direta”. O atual Presidente do Diretório Municipal do Partido Liberal em Aracaju falou sobre a situação atual da política e comentou sobre volta das coligações e Eleições de 2022.


Ele iniciou a entrevista falando da estrutura da sigla para 2022. “Estamos nos organizando mais ainda. O PL tem diretório em quase 80% do estado de Sergipe. Sou Presidente do Diretório Municipal de Aracaju. A sigla tem 8 prefeitos em especial no agreste. Será protagonista no próximo pleito”, comentou.


Sobre a retomada das coligações, Milton Andrade destacou que a proposta não vai passar no Senado. “Passou entre os deputados, mas acho que não entre senadores. Devemos estar preparados como a regra do jogo estar hoje”, pontuou.


Sobre o comportamento do PL em 2022, Milton disse que o comando é de Valmir de Francisquinho. “Não sei dizer se teremos candidato ao Governo e ao Senado. No entanto o ex-prefeito de Itabaiana vem com um grande apetite para disputar a chapa majoritária. Seria excelente para o partido”, alegou.


Ele foi questionado sobre a participação nas Eleições. O empresário disse que ficará nos bastidores e apontou nomes para a chapa que ele pretende defender. “Sou defensor de Senador Alessandro Vieira para o Governo e Danielle Garcia para o Senador. Ficarei apoiando o agrupamento a fim de defender uma nova opção para Sergipe”, confessou Milton Andrade.


Ele também afirmou que, caso a sigla vá par ao lado governista, ficará contrário. “Evitarei entrar no meio, pois sou totalmente oposição ao atual governo estadual que aí está”, destacou.


Já sobre a crise política atual, Milton Andrade afirma que estão sendo criadas polemicas desnecessárias. “Eu sou a favor do voto impresso, mas isso não é a redenção do Brasil. Temos outras pautas. Não é isso que vai acabar com a fome, com a dívida pública e com demais problemas graves do país. É pauta importante, mas não é tudo. Falta muita comunicação ao Governo Bolsonaro”, comentou.



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Foto: JL Política/divulgação