Nossa Opinião: Com a guerra, todos perdem. Os preços dos alimentos sobem, a fome aumenta

PREZADOS OUVINTES,



O mundo está em guerra. As investidas de Putin sobre a Ucrânia, numa tentativa de mostrar força, de conquistar novos espaços e mais poder, têm colocado o mundo inteiro de sobreaviso. As sanções feitas pelos Estados Unidos e pelos países da Europa têm sido uma forma de guerrear, o que pode acelerar a ira do invasor da Ucrânia.

O grande perigo é que civis inocentes estão morrendo. Crianças e idosos estão sendo deixados de lado, ao sabor do abandono; famílias se desmantelam, pois quem vai conseguindo fugir, deixa para trás pessoas queridas, sem a possibilidade de os rever. Quem fica não sabe o que esperar; quem parte, não sabe para onde vai.

No front, soldados jovens, que também foram obrigados a deixar seus familiares, com a certeza do nada, não sabem das razões por que lutam. Vale lembrar o poeta brasileiro. “Há soldados armados, amados ou não Quase todos perdidos de armas na mão. Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição. De morrer pela pátria e viver sem razão”.

Com a guerra, todos perdem. Os preços dos alimentos sobem, a fome aumenta, a disputa pelo básico fica acirrada, e quem menos tem a ver com tudo é quem mais sofre: os pobres sobretudo dos países pobres. É uma lástima pensar o mundo pós-moderno, com tantas tecnologias e conquistas, ter de ouvir o termo GUERRA, um velho companheiro da absurda barbárie que, desde os tempos da caverna, acompanha o ser humano que se insurge contra seu semelhante, não mais por comida e água, mas por mera arrogância e desequilíbrio mordaz por poder e por dinheiro.

Enquanto isso, na fortaleza, sob a blindagem de armas potentes, bem distante dos confrontos, os idealizadores da carnificina riem, como vorazes lobos da humanidade, vibram com a morte, com a matança insana.

Os Estados Unidos, que literalmente mandam na OTAN, insistem em afirmar ser contrários à guerra, mas impõem sanções fortíssimas, anunciando que a guerra não se faz somente com mísseis potentes e com armas nucleares, mas com a força econômica.

Que Deus tenha misericórdia de todos nós. Aos desavisados, que defendem a violência, seja dada uma porção de sabedoria, a fim de que primem verdadeiramente pela paz, que começa no coração e na consciência de cada um.


Essa é a nossa opinião.