“Não tenho nenhuma mágoa de Danielle”, diz Katarina Feitoza


Na manhã desta quarta-feira, dia 12, a Vice-Prefeita de Aracaju, Katarina Feitoza, foi entrevistada por Jairo Alves de Almeida e Cláudio Leite no Programa “Linha Direta”. Ela abordou assuntos sobre o cargo que assumiu em janeiro deste ano e também comentou sobre o político.


Katarina destacou a experiência de estar como vice-Prefeita da capital. Para ela, foi uma surpresa desde a época da escolha de seu nome e é um novo ciclo que se abre em sua vida. “Eu sou da Policia Civil e atuei durante muitos anos. Agora estou em “emprego” novo, sou vice-prefeita escolhida pelo povo, juntamente com Edvaldo Nogueira. Minha missão agora é ser útil a todos”, destacou.


Questionada sobre a pandemia, a Vice-Prefeita de Aracaju disse que o município vive um momento tenso. No entanto, com a gestão atual, tem um pouco mais de segurança. “O trabalho de Edvaldo no combate a covid-19 é um bom exemplo. Mesmo com todas as dificuldades e o sofrimento provocado pela doença, mas ele está sabendo administrar em meio à crise”, completou Katarina.


Perguntada sobre a mudança de metodologia entre policia e política, a gestora declarou que em tudo deve haver diálogo. “Comparando o trabalho policial e a politica existe algo em comum que é a ciência da conversa. Tudo é diálogo e esse é nossa metodologia. É como diz aquela passagem bíblica, estamos “combatendo o bom combate”, alegou.


Com relação a possibilidade de ser a Prefeita em definitivo de Aracaju, com provável nome de Edvaldo para Governo, Katarina alega que não teve nenhuma conversa no período que foi sondada para se candidatar. “Nunca foi tema de nossos diálogos. Estou pronta para assumir o que vier, mas esta possibilidade tem que vir de Edvaldo e não de mim. Como falei, estou aqui para missão administrativa e, também, da política”, pontuou.


Ao final, Katarina Feitoza foi provocada sobre o relacionamento com a colega delegada e candidata a prefeita da última Eleição, Danielle Garcia. Para a Vice-Prefeita, o período de 2020 já passou. “Fui chefe dela quando estava da Delegacia-Geral da Policia Civil por cerca de 10 anos. Não tenho mágoas dela. É uma pessoa que respeito muito como profissional. Nunca houve qualquer tipo de ataque contra mim. Sempre foi mantido respeito e que siga desta forma”, completou.


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Foto: Jamisson Souza/PMA