“Gestão da pandemia está sem planejamento em Sergipe”, declara Valadares Filho


Durante o Programa “Linha Direta” desta segunda-feira, dia 17, o ex-deputado federal Valadares Filho, do PSB, falou sobre arrumação da sigla, Eleições 2022, pandemia e como ela está sendo gerenciada na capital e em todo o estado. Ele foi o entrevistado por Jairo Alves de Almeida e Cláudio Leite.


A primeira questão que o ex-parlamentar respondeu foi sobre a arrumação da sigla neste momento, já pensando em 2022. Para ele, o PSB tem uma importância fundamental na disputa política. “Estivemos nas últimas escolhas sempre em linha de frente, seja apoiando ou lançando nomes. Estamos ajustando o partido, mas para Eleição do ano que vem ainda é muito cedo. No momento do debate a sigla estará forte para o debate”, alegou.


Sobre o PSB nacional, Valadares Filho lembrou que tem a quinta bancada no Congresso, com 32 Deputados Federais, além da Senadora Leila do Distrito Federal. Com relação a reforma política ele lembrou que, possivelmente, será uma repetição do processo eleitoral do ano passado. “Vejo o tempo curto para reforma política. Por isso só acho que mudará depois de 2022, mas para ano que vem segue a mesma legislação”, detalhou.


O ex-deputado destacou que terá um encontro nesta semana com a direção do PSB nacional em Brasília e que, entre outros assuntos, a temática voto impresso estará na pauta. “Acredito que, se for para ser uma opção de maior segurança ao processo, é bem-vindo. Mas é preciso que sejam retiradas todas as dúvidas para não ser mais um grande problema na Eleição”, alegou Valadares Filho.


Com relação a nomes locais e nacionais, o ex-parlamentar destacou o excelente relacionamento com Eduardo Amorim e o PSDB local. Já sobre o Governador de São Paulo, João Dória, ele disse que não o vê como liderança, apesar da importância na questão da vacina do Butantã. Perguntado sobre qual nome o PSB apoiaria para Presidente, Valadares destacou que tudo isso será discutido a seu tempo. “Mas já me adianto que vamos dar vez a quem está na luta pela ciência, por ajudar os menos favorecidos. Com o atual presidente não temos como fechar acordo”, declarou.


Ao final o ex-deputado federal disse que pretende disputar uma vaga para voltar à Câmara e que o Valadares Pai deverá movimentar a sigla para apoios. Sobre a gestão da pandemia em Aracaju e em Sergipe, ele disse que muito está sendo feito, mas de uma forma sem lógica. “Percebo do Governador Belivaldo Chagas e do comitê científico uma falta de planejamento e de organização, sem contar com o baixo valor de R$ 100 para famílias carentes e o pouco apoio aos empresários que vem sofrendo com o fechamento de setores. Edvaldo Nogueira pode estar fazendo um trabalho razoável, mas é uma cópia do que o Governo decreta. Falta gestão independente na capital”, disparou Valadares Filho.


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Foto: Agência Câmara dos Deputados