Apesar de pesquisa favorável Fábio Henrique diz que candidatura de Edvaldo não será imposta


O Deputado Federal, Fábio Henrique, presidente do diretório estadual do PDT, foi entrevistado na manhã desta segunda-feira, 27, no Linha Direta. Inicialmente o parlamentar falou sobre sua saúde. Na semana passada ele teve um mal estar em Brasília, diagnosticado com arritmia cárdica. Ele disse que após o susto está bem, mas o médico recomendou diminuir o ritmo de trabalho e atividade física.


Com relação a sucessão estadual, e aos bons números nas pesquisas do prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT), Fábio Henrique disse que o partido não encomendou pesquisa interna, mas que vem observando o que está sendo divulgado pela imprensa. Para o deputado o prefeito de Aracaju é um dos grandes nomes que o bloco aliado possui, mas que esse não é o momento de se pensar em eleição. e que o foco deve estar voltado para resolução dos problemas que afligem o povo, como o desemprego, a inflação. Inclusive recentemente o próprio Edvaldo, em reunião com ele e o presidente da nacional do partido, Carlos Lupi, afirmou que está pensando somente na gestão do município e no combate a pandemia.


O parlamentar disse que o partido não irá impor candidatura, e que essa tarefa caberá ao governador Belivaldo Chagas, e essa escolha dele será aceita ou não pelos partidos que compõe o bloco.


Questionado pelo apresentador Jairo Alves sobre a tentativa de estabelecer um racha entre Mitidiere e Edvaldo, Fábio comentou que é natural que existam aqueles que tentam trabalhar contra e a favor, mas garante que os dois são maduros e vacinados contra especulações.



O Deputado afirmou ainda que o PDT estabeleceu como prioridade para o pleito de 2022 a sua reeleição, principalmente devido a clausula de barreira. Fábio disse que pretende fazer uma campanha propositiva, mostrando as pessoas que o mandato parlamentar não é só para propor emendas, o que é importante, mas

também votando a favor da população nos projetos polêmicos, como na reforma da previdência, venda dos correios e reforma administrativa.