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“A gestão continuará com fiscalizações dos aterros”, diz assessor da Adema


O Assessor de Comunicação da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), Eduardo Andrade, participou do Programa “Cultura Notícias” desta quinta-feira, dia 30. Ele falou sobre as questões que envolveram a interdição do aterro sanitário de Rosário do Catete, no leste sergipano. O ato provocou o atraso e acumulo de coleta de lixo em Aracaju e demais cidades do estado.


Ele confirmou que a decisão da Justiça, de se liberar o aterro, já estava vigorando. “Não questionamos decisão judicial, apenas estamos cumprindo a determinação. O que fizemos foi também seguir outra ordem da Justiça de Sergipe, pedida pela Adema, sobre a interdição do local, que precisava renovar a licença ambiental”, lembrou.


Questionado como acontece a questão da renovação do licenciamento ambiental para funcionamento, Eduardo Andrade afirmou que isso ocorre através de fiscalizações da Adema. “O nosso papel é de acompanhar todos os empreendimentos, e neste caso mais ainda, aterros sanitários. Quando acompanhamos o prazo que está na administração, já vamos alertando. Ai a emrpesa entra em contato e solicita mais prazo. Caso tenha alguma nova atuação no local e estiver fora do prazo, pode ficar interditado”, comentou o assessor.


Ele também disse que a situação do aterro de Rosário do Catete estava funcionando por liminar, que chegou a ser derrubada no fim de semana. “No caso de um aterro como este, emitimos a permissão de uso. Mas como eles estavam de forma com pendências a regularizar, solicitamos a interdição. Sobre o tempo de um licenciamento, ele pode durar algum tempo, seja 5 ou 10 anos ou de forma indeterminada. Mas pode ser perdido se acontecer alguma irregularidade”, detalhou.


Ao final, o assessor da Adema disse que continuará acompanhando os aterros sanitários de Sergipe. “Sabemos que esse ato prejudicou Aracaju e região, mas é preciso que as empresas que atuam nesse setor fiquem mais atentas. A gestão continuará com a fiscalização nos aterros. Isso serve para proteção do meio ambiente e da própria sociedade, pois é ela que tem acesso a água que pode vir de um lençol freático contaminado”, pontuou Eduardo.



Por Rozendo Aragão

Redação C8

Foto: PMA

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